L´Île-de-france é uma região histórica e administrativa da frança. Ela representa sozinha 20% da população com a maior densidade do país. Os habitantes são chamados Franciliens e Franciliennes.
É a região que produze mais riqueza na França. Île-de-France é também um polo europeu de primeira linha pois é a segunda região europeia em termos de PIB comparando com o método chamado “paridade de poder de compra”.
L´Île-de-france é o berço da arquitetura gótica cuja as obras primas são a catedral Notre-Dame de Paris, a basílica Saint-Denis, a Conciergerie e a Sainte-Chapelle. Outros exemplos de arquitetura podem ser vistos como o Arc de Triomphe, o castelo de Versailles... Os museus incluem o palácio do Louvre, o museu d´Orsay e o museu do renascimento.
O Norte é a região francesa a mais setentrional, rodeada pela Bélgica no este, pelo canal da Mancha no oeste e pelo Mar do Norte.
Durante um longo tempo desmoralizada, marcada pela crise industrial da década de 70, a imagem do Norte melhorou no início dos anos 90. Onde foi taxada antigamente de "inferno do Norte", hoje em dia é elogiado a qualidade de vida e o dinamismo reencontrado de uma região que conseguiu organizar sua retomada econômica.
A capital, Lille, desenvolveu um centro de negócios que acompanhou em 1993 o TGV (trem de alta velocidade). A cidade é agora inteiramente consagrada ao turismo de fim de semana para os parisienses, bruxelenses ou britânicos. Bairros como o "Velho Lille", atualmente muito procurado, ganharam uma nova vida. Em 2004, Lille foi capital europeia da cultura. Em paralelo, Valenciennes renovou seu museu de Belas Artes. Além disso, o filme "A riviera não é aqui", lançado em 2008 e recorde de entradas no cinema, contribui para uma imagem mais positiva do Norte.
A alegria e simpatia do povo se vê nas manifestações do carnaval, o mais famoso é da cidade de Dunkerque. Símbolo das festas populares, os gigantes ocupam um lugar de destaco do patrimônio cultural do Norte. Eles participam dos grandes eventos das suas cidades.
A região noroeste apresenta uma grande diversidade de paisagens, da mais extensa praia de areia da Europa, contrastando com o litoral acidentado e selvagem da Bretagne. Nas margens de um rio majestoso, a Loire, foram erguidos esplendidos castelos do estilo renascimento, residências de verão dos reis e da aristocracia.
A Normandie guarda muitos vestígios, ligados diretamente com a historia da nação, da época medieval, como o Monte Saint-Michel ou as pinturas da guerra de 100 anos, até o dia D, chegada heroica das tropas Norte Americanas na praia de Omaha Beach.
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A Bretagne viva no ritmo do mar, dos seus recursos naturais e construindo os mais luxuosos cruzeiros atuais. A cultura celta faz parte do cotidiano nessa região, entre lendas, músicas... não é Astérix ? E o que dizer sobre Carnac, sitio pré-histórico misteriosos!
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Val de loire. Um personagem ilustre terminou sua vida nesta região onde ele criou muitas das suas invenções revolucionarias, Leonardo Da Vinci. A loire, além de um patrimônio rico, produze excelentes vinhos brancos e tintos para acompanhar uma culinária regional muito apreciada, como os melhores queijos feitos com leite de cabra.
O Limousin e A Auvergne se situa na região do grande Sudoeste. Todo é vulcão na Auvergne : os montes, os lagos criados nas crateras, as cidades no topo das montanhas como Puy-em-Velay.
A cadeia dos Puys (poços) et seu belvedere o Puy de Dome, o Plomb du Cantal (maior vulcão da Europa) oferecem passeios inesquecíveis e sem grandes dificuldades entre plantas raras e animais, ao longo de rios selvagens.
De um outro tipo, combinando parque de atração e lugar de exploração,
Vulcania propõe a descoberta das forças e dos mistérios das entralhas da terre.
A água jorra de 109 nascentes em Auvergne. Aqui a água “do viver bem”, da cura, purificante ou tonificante ganha nomes comerciais nas mesas das famílias e para exportação. A Auvergne é rica em arte romana, com um dos patrimônio mais importante da Europa, como com castelos medievais e cidades termais.
O Limousin guardou a caraterística de uma linda região de florestas e lagos propícios para a pesca, vilarejos medievais cheios de charmes.
A capital regional, Limoges, se situa à 370 km de Paris e 320 km de Toulouse, conservou um velho centro de arquitetura medieval.
A porcelana de Limoges, fabricada há mais de 200 anos, representa a metade da produção francesa, e se tornou um produto de exportação prestigioso.
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A região do Sudoeste é uma vasta região formada pela Aquitaine e o Midi-Pyrénées. Ela conta com 2 grandes metrópoles, Toulouse e Bordeaux, paisagens preservados e espetaculares, vilarejos de caráter e sítios históricos. Encontre-se também rios e canais navegáveis, vinícolas e cidades das cores do sul francês.
Em Aquitaine, os contrastes fascinam dos balneários aos mais altos picos das Pireneias, fazendo fronteira natural com a Espanha. As riquezas vêm da natureza, a agricultura, silvicultura, pesca e piscicultura têm um papel fundamental na economia regional. A Aquitaine é a primeira região agrícola francesa.
Em Aquitaine, os contrastes fascinam dos balneários aos mais altos picos das Pireneias, fazendo fronteira natural com a Espanha.
As riquezas vêm da natureza, a agricultura, silvicultura, pesca e piscicultura têm um papel fundamental na economia regional. A Aquitaine é a primeira região agrícola francesa. Os maravilhosos vinhos de Bordeaux de grande importância e notoriedade mundial são o melhor exemplo da produção de produto de qualidade. O país basco surpreende com suas casas coloridas, sua cultura preservada através do idioma, das tradições e do folclore.
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O Midi-Pyrénées guarda uma importante herança vinda da idade media e do renascimento, com vilarejos templários. Atravessada pelos 3 principais caminhos de Santiago de Compostela, ela foi marcada pelas cruzadas contra os cátaros.
Nessa região, o rúgbi é o esporte mais praticado, a boina cobra a cabeça dos homens. O “foie gras” da região e outras especialidades da culinária deliciam os mais finos paladares.
A região Provence-Alpes-Côte d´Azur (PACA) designa o sudeste da França, ela inclue uma parte dos Alpes, o sul do vale do rio Rhône até Marseille, o litoral Mediterrâneo e a Córsega. O conjunto é chamado de Midi, evocando o sol, as férias, a beleza das paisagens variadas. Os grandes polos industriais são presentes no vale do rio Rhône aos redores de Lyon.
Os romanos colonizaram a Provence bem antes do resto da Gália. Numerosos vestígios dessa época ainda são visíveis, principalmente no Languedoc-Roussillon : A ponte do Gar, as arenas de Arles, o teatro antigo de Orange, a casa quadrada de Nîmes.
Território da língua occitana et dos trovadores, a região sempre atraiu numerosos artistas e pintores como Van Gogh que ficou 15 meses em Arles onde encontrou a inspiração para mais de 200 telas, entre elas os famosos girassóis.
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A Provence é marcada por paisagens escarpados onde dominam as espetaculares “Gorges du Verdon”. Mais no sul. O rio Rhône se joga no mar e forma um delta no meio do qual se encontra a Camargue, região de pântanos onde é cultivado arroz, sal e onde se vê flamingos e cavalos selvagens.
O porto de marseille é uma vasta abertura sobre o mediterrâneo. A época medieval é presente, notadamente com o palácio dos Papas em Avignon que foi a sede papal do século 14.
A côte d´azur, chamada também Riviera, herdou o nome da cor do mar que a banha. Ela atrai milhões de turistas todos os anos.
A Corse, com o apelido de “ Ilha da Beleza, é uma ilha montanhosa situada à 160 km do litoral.
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As Alpes que tem o "Mont Blanc" (4807m) como topo, formam uma fronteira natural entre a Itália, a Suíça e a França. Mas essas altas montanhas não impedirem nem a passagem dos homens, nem das comunicações.
As cidades principais são Grenoble e Annecy. A região é conhecida para a prática dos esportes invernais e oferece belas caminhadas nos parques naturais, como da Vanoise.
O vale do Rhône começa em Lyon, terceira cidade da França. Com mais de 1 milhão de habitantes, a cidade na sua arquitetura urbana parece um pouco Paris. Antiga capital da Galha romana, Lyon ficou muito tempo um importante centro comercial e industrial entre o Sul e Norte.
É lá que foram desenvolvidas as primeiras impressoras do renascimento e nessa época começou a indústria da seda, importada da Itália, para se tornar uma das fontes das riquezas da cidade.
A Borgonha foi uma província da França até 1790. É hoje uma região administrativa francesa que engloba os departamentos de Côte-d'Or, Nièvre, Saône-et-Loire e Yonne.
A região francesa da Bourgogne guarda sua herança histórica e arquitetônica visível em suas cidades, castelos, igrejas e abadias. As abadias mais importantes datam da Idade Média, como de Fontenay e Cluny.
A Bourgogne é reputada pela variedade e excelente qualidade de seus vinhos e a gastronomia. A bela capital da Bourgogne, Dijon, não é detentora apenas da receita da famosa mostarda mas principalmente de um rico patrimônio histórico e artístico.
Os hospícios de Beaune é um antigo estabelecimento hospitalar do século XV que se torno um museu. Um grande leilão, das garrafas de vinho produzidas nas terras do hospício, perpetua uma tradição secular que tinha o objetivo de arrecadar fundo para sustentar o hospital.
A Franche-Comté é uma pequena região administrativa, ocupando 3% do território francês e reagrupa quatro departamentos o Doubs, Haute-Saône, Jura e o território de Belfort. A capital da Província é a cidade de Besançon, que dista 405 km de Paris e 195 km de Lyon.
A especialidade principal é um queijo chamado Comté, feito apenas com leite de vaca da raça Montbeliard em Franche-Comté. Mas tambem são produizidos excelentes vinhos tintos, como o Arbois, vinhos brancos e amarelos, como o Château-Chalon que pode envelhecer até 100 anos.
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A Alsace é uma região administrativa da França, localizada a leste do país, junto às fronteiras alemã e suíça. Sua capital e maior cidade é Estrasburgo. Ela engloba os departamentos do Haut-Rhin ao sul, e Bas-Rhin ao norte . A região tem diversas florestas, principalmente nos Vosges. Há pouca precipitação pluviométrica devido à proteção dos Vosges. A cidade de Colmar tem um microclima ensolarado: é a segunda cidade mais seca da França depois de Perpignan.
Historicamente, a região passou da França para a Alemanha diversas vezes, resultando em uma rica mistura cultural. Além disso, era ponto de passagem para os deslocamentos humanos desde antes da Idade Média, tendo recebido inúmeras contribuições culturais.
O dialeto alemão local é o alsaciano, em francês alsacien, reconhecido como língua da França. Quando a Alsace estava sob controle da Alemanha, o uso da língua alemã era obrigatório. O símbolo da Alsácia é a cegonha, pássaro que, segundo as histórias contadas às crianças, trazia os bebês às famílias.
A cozinha alsaciana, fortemente influenciada pela tradição culinária alemã, caracteriza-se pelo uso do porco em vários pratos. A lista de pratos tradicionais inclui baeckeoffe, tartes flambées (flammekueche), choucroute. Região vinícola por excelência, seus vinhos são principalmente brancos, produzindo alguns dos mais notáveis Rieslings secos do mundo. A Alsace é também a maior produtora de cerveja da França, graças principalmente às cervejarias na região de Estrasburgo.
O parlamento europeu tem sua sede em Estrasburgo. Ele é a expressão democrática de 500 milhões de cidadãos europeus, constituindo assim a Assembleia eleita nos termos dos Tratados, do Ato de 20 de Setembro de 1976.